terça-feira, 25 de abril de 2017

Mega-assalto: Suspeito morto em confronto dirigia o “Conselho de Administração” do PCC

Dyego Santos Silva foi escolhido por Marcola para presidir o conselho que tinha como principal função, fazer os negócios da facção funcionarem sem a necessidade de participação da cúpula presa em Presidente Wencelsau

Por Luiz Carlos da Cruz

Dyego Santos Silva, um dos homens mortos em confronto com policiais na tarde de ontem (25) e que estaria ligado ao roubo milionário a sede da Prosegur, em Cidade de Leste,no Paraguai, era homem de confiança de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC (Primeiro Comando da Capital).

O confronto que matou Dyego aconteceu entre os municípios de Itaipulândia e São Miguel do Iguaçu.

Investigações da polícia paulista em 2013 chegaram a conclusão de que a facção criminosa havia montado um “Conselho de Administração” compostas por bandidos considerados experientes e que estão em liberdade.

Dyego foi escolhido por Marcola para presidir o conselho que tinha como principal função, fazer os negócios da facção funcionarem sem a necessidade de participação da cúpula presa em Presidente Wencelsau, interior de São Paulo.

O PCC já possui outro grupo, chamado de Sintonia Fina Geral, que reúne a cúpula da facção que está presa. Esse grupo de elite do crime organizado é composto por 36 “executivos” que comandam os negócios da facção pelo país.


O conselho que reúne os cabeças da facção que estão fora das grades passou a ser chamado de “Sintonia Geral da Rua”. As investigações, que reuniram vários áudios e depoimentos, mostram a organização do grupo criminoso. 

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