Dyego Santos Silva foi escolhido por Marcola para presidir o conselho que tinha como principal função, fazer os negócios da facção funcionarem sem a necessidade de participação da cúpula presa em Presidente Wencelsau
Por
Luiz Carlos da Cruz
Dyego
Santos Silva, um dos homens mortos em confronto com policiais na tarde de ontem
(25) e que estaria ligado ao roubo milionário a sede da Prosegur, em Cidade de
Leste,no Paraguai, era homem de confiança de Marcos Willians Herbas Camacho, o
Marcola, líder máximo do PCC (Primeiro Comando da Capital).
O confronto que matou Dyego aconteceu entre os municípios de Itaipulândia e São Miguel do Iguaçu.
O confronto que matou Dyego aconteceu entre os municípios de Itaipulândia e São Miguel do Iguaçu.
Investigações
da polícia paulista em 2013 chegaram a conclusão de que a facção criminosa
havia montado um “Conselho de Administração” compostas por bandidos
considerados experientes e que estão em liberdade.
Dyego
foi escolhido por Marcola para presidir o conselho que tinha como principal
função, fazer os negócios da facção funcionarem sem a necessidade de
participação da cúpula presa em Presidente Wencelsau, interior de São Paulo.
O
PCC já possui outro grupo, chamado de Sintonia Fina Geral, que reúne a cúpula
da facção que está presa. Esse grupo de elite do crime organizado é composto
por 36 “executivos” que comandam os negócios da facção pelo país.
O
conselho que reúne os cabeças da facção que estão fora das grades passou a ser
chamado de “Sintonia Geral da Rua”. As investigações, que reuniram vários
áudios e depoimentos, mostram a organização do grupo criminoso.

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