sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Toque de recolher em Cantagalo repercute em todo o Brasil

A decisão do juiz eleitoral Brian Frank de decretar toque de recolher após a morte de Imílio Gervásio, coordenador da campanha a prefeito de Jair Rocha (PR) teve repercussão na grande mídia do Brasil. Vários veículos de comunicação entraram em contato com o portal Canta Galo News para solicitar informações.

A Folha de S. Paulo, principal jornal país, entrevistou o delegado Igor Rabel Corso, Jair Rocha e o juiz Brian Frank. Ao jornal paulista, o magistrado disse que a medida é “drástica”, mas que se trata de uma “ação preventiva”.

O primeiro grande jornal a noticiar o fato foi a Gazeta do Povo, o maior do Paraná. O texto foi produzido pelo editor do Canta Galo News, jornalista Luiz Carlos da Cruz, que é correspondente do jornal curitibano na região.


O G1, o portal de notícias da TV Globo,também noticiou o caso utilizando as informações produzidas pela equipe de jornalismo da RPC TV. O site Massa News também entrou em contato com o blog para pedir informações. Até o Valor Econômico, maior jornal de negócios do país trouxe uma nota sobre o caso. 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Juiz eleitoral decreta toque de recolher em Cantagalo, Virmond e Goioxim

O juiz eleitoral Brian Frank decretou toque de recolher nos três municípios que compõem a Comarca de Cantagalo. A medida extrema foi tomada após a morte de Emílio Gervásio, coordenador da campanha do candidato a prefeito Jair Rocha (PR), no final da tarde desta quinta-feira (29). O toque de recolher deve acontecer das 22h até as 5h entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro e, além de Cantagalo, se estende aos municípios de Virmond e Goioxim.

Além de citar o assassinato de Gervásio, o juiz considerou ainda que os municípios possuem baixo efetivo policial e lembrou que os ânimos estão acirrados em função das eleições. Ele também citou a “necessidade de direito da garantia fundamental a vida e segurança de todos os municípes”.


Quem desobedecer a ordem judicial estará sujeito a prisão em flagrante. Todos os estabelecimentos comerciais que vendem bebidas alcoólicas deverão estar fechados e se houver desobediência os proprietários pagarão multa de R$ 5 mil e poderão responder judicialmente. 

A polícia irá fiscalizar e abordar todos os veículos que estiverem circulando durante o horário determinado para o toque de recolher. Além de prisão em flagrante, os infratores poderão ter seus carros apreendidos. 

Coordenador de campanha é morto a tiros em Cantagalo

A polícia investiga a morte de Emílio Gervásio, coordenador da campanha do candidato a prefeito Jair Rocha (PR), em Cantagalo, Centro-Sul do Paraná. O crime aconteceu no final da tarde desta quinta-feira (29) próximo ao comitê de campanha. Gervásio foi morto a tiros.

A Polícia Militar informou que ainda não tem detalhes do crime. Até as 19 horas o corpo permanecia no local e seria levado ao IML (Instituto Médico Legal) de Guarapuava. A polícia ainda não sabe se a morte tem conotação política ou outra motivação.

O candidato Jair Rocha confirmou que Gervásio era coordenador da sua campanha e foi morto no momento em que estava trabalhando na organização da campanha. “Não tive nenhuma informação concreta sobre o assunto”, disse ele sobre a morte do cabo eleitoral.

As informações são do jornal Gazeta do Povo



domingo, 11 de setembro de 2016

Justiça eleitoral libera a candidatura de Everson Konjunski


Everson Konjunski é candidato pelo PSDB
Em sentença proferida neste sábado, o juiz eleitoral Brian Frank, deferiu o pedido de candidatura à reeleição de Everson Konjunski (PSDB) e a do seu vice, Jurandir José Maria, o Tio Jora.

O candidato Jair Rocha (PR), havia tentado impugnar a candidatura de Everson, alegando que ele a ata da convenção partidária teria sido entregue à Justiça Eleitoral depois das 24 horas exigidas legalmente.

A Justiça Eleitoral rejeitou o pedido de impugnação e confirmou a chapa Everson/Jora. Com isso, todas as candidaturas a prefeito estão aptas a disputar as eleições, com exceção a de Flademir Borelli que ainda será julgada. Flademir foi anunciado neste domingo (11) como substituto de Pedro Borelli, que teve sua candidatura impugnada pela Justiça.



Justiça impede Borelli de continuar na disputa eleitoral

Borelli não é mais candidato
O ex-prefeito de Cantagalo Pedro Borelli, não poderá disputar as eleições deste ano por determinação judicial. O juiz eleitoral Brian Frank impugnou a candidatura de Borelli, mas deferiu a de seu vice, Rocha Ribas. Ele havia pedido o registro de candidatura pelo PSB com aliança do PTB, PTN, PPS e PMN que juntos formavam a coligação “Com Fé em Deus e a força do povo”.

Borelli teve a candidatura cassada por estar com os direitos políticos suspensos por ato de improbidade administrativa. Ele não poderá nem votar nas eleições de 2 de outubro.

Borelli poderia ainda recorrer da sentença, mas em reunião da coligação optou-se em substituí-lo por Flademir Borelli, filiado ao PPS. Agora, o número do novo candidato passa a ser o 23. Rocha Ribas será o candidato a vice na chapa de Flademir.

Por volta das 22 horas deste domingo, o filho do candidato impugnado, Thiarles Borelli, postou uma mensagem em uma rede social afirmando que foi perdida uma causa, mas não a guerra. Na mensagem ele cita que Flademir será o substituto de Pedro Borelli.


No texto, Thiarles aproveitou para fazer a defesa de seu pai. “Que tal injustiça sirva de incentivo pra você lutar ainda mais pelo direito de resgatar a dignidade do povo mais carente do nosso Cantagalo. Pedro Borelli foi condenado pelos dias que você pai de família carente trabalhou e ganhou dignamente teu dinheiro para levar o pão para teu lar”, afirmou. 

Em Cascavel vereadores tentam reeleição com dinheiro de assessores

Sem dinheiro de empresas na campanha eleitoral, os candidatos neste ano precisam se aproximar de pessoas físicas para arrecadar dinheiro para bancar os gastos para tentar uma vaga no Legislativo de Cascavel. A grande maioria dos atuais vereadores concorre à reeleição e muitos deles encontraram nos assessores um amparo financeiro para dar sequência à campanha eleitoral. Assessores que trabalham em gabinetes de vários parlamentares ou ocupam funções gratificadas no Legislativo estão dando um empurrãozinho financeiro na campanha dos chefes.

Quem mais atraiu servidores para a campanha foi o presidente licenciado da Câmara, Gugu Bueno (PR), que conseguiu apoio financeiro de pelo menos 17 servidores do Legislativo e da prefeitura. No total, ele já arrecadou R$ 24,5 mil. A maior doação para a campanha dele foi feita pelo gerente de gestão financeira, José Onésimo Franco, que doou R$ 1,5 mil. Vários servidores que ocupam cargos em comissão fizeram doações ao candidato. O procurador jurídico Luciano Braga Côrtes, por exemplo, doou R$ 500, porém, a esposa e a filha dele fizeram doação no mesmo valor. Além dos vários servidores, o presidente do Legislativo Luiz Frare, doou R$ 500. Frare não é candidato à reeleição.

O chefe de gabinete do vereador Paulo Porto (PCdoB), Madson de Oliveira, que tem salário líquido de aproximadamente R$ 5 mil, decidiu doar R$ 4 mil para a campanha do chefe que recebeu ainda R$ 500 de outro assessor, Claudemir Aparecido de Oliveira. Porto já conseguiu arrecadar R$ 11.650.

Jaime Vasatta (PTN), também apelou aos servidores públicos para arrecadar recursos à sua campanha eleitoral. Felipe Tibola, assessor jurídico da presidência do Legislativo, que tem salário líquido de R$ 6.369 mil, doou R$ 5 mil para Vasata. Foi a maior doação recebida pelo candidato à reeleição que já arrecadou R$ 21,1 mil. Outros servidores que doaram a sua campanha foram Glaci Vasatta, assistente social na prefeitura, e Luciano Marca, ouvidor parlamentar.

Até o vereador Jeovane José Machado, o “Ganso Sem Limites” (PSD), resolveu pedir uma ajudinha básica aos assessores. Os assessores Mariza Senderski e Daniel de Matos, que trabalham no gabinete do vereador, doaram R$ 600 cada um. A maior doação, no entanto, veio do chefe de serviços operacionais do Legislativo, Ivan Moura, que investiu R$ 750 na campanha de Ganso Sem Limites. Ele também obteve doação de um servidor público que trabalha na Secretaria de Ação Social.

O vereador João Paulo de Lima (PSD) teve R$ 1.064 doados pelo seu assessor Nilton Carlos Rodrigues. Alguns vereadores até o momento investiram recursos próprios. Quem mais investiu na própria campanha foi o professor Paulino Pereira da Luz (PT), que desembolsou R$ 8 mil. O segundo lugar em recursos próprios está com Rui Capelão (PPS), que fez uma doação a ele mesmo no valor de R$ 6 mil. Também investiram em suas próprias campanhas os vereadores Robertinho Magalhães (R$ 1,5 mil), Nei Hamilton Haveroth (R$ 2.250), Romulo Quintino (R$ 1 mil), Vanderlei do Conselho (R$ 2 mil) e Valmir Severginini (R$ 1 mil).

O vereador Aldonir Cabral (PDT) recebeu R$ 165 da campanha majoritária do professor Marcos Vinicius. Fernando Winter (PSC) teve transferidos R$ 123,00 (e não R$ 123 mil como informado anteriormente) da campanha de Leonaldo Paranhos. Winter também investiu na própria campanha doando R$ 2.6 mil. Já o vereador Jorge Bocasanta (PMB), arrecadou R$ 2,6 mil até o momento. O dinheiro foi doado pela esposa dele.

Ainda não estão disponíveis no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) as doações recebidas pelos vereadores Celso Dal Molin (PR), Marcos Rios (SD) e Pedro Martendal (PV).

Cabe salientar que todas as doações feitas pelos servidores são legais e estão registradas no TSE. Por ser a primeira vez que empresas estão impedidas de fazerem doações, a Justiça Eleitoral está de olho nas doações em todo o Brasil para evitar que pessoas emprestem seus nomes como doadoras de campanha. Com base em dados do TCU (Tribunal de Contas da União), o TSE já identificou mais de 21 mil doadores sem capacidade econômica para fazer as doações. Entre eles, os doadores, estão 4.630 mil beneficiários do Bolsa-Família que juntos doaram R$ 4 milhões.

Em Cascavel, cada vereador poderá gastar até R$ 87.947,50 com a campanha eleitoral. Esse teto foi estabelecido pelo TSE. Os partidos são obrigados a informar à Justiça Eleitoral, em até 72 horas, as doações recebidas.

Prefeitos

Cada candidato a prefeito em Cascavel poderá gastar até R$1.337.587,72 no primeiro turno. Até agora, quem mais arrecadou foi o candidato Marcos Vinicius (PSB), que já obteve R$150.267,08. Desse total, 140 mil foram doações feitas pelo próprio candidato, o que corresponde a 93% do total. O segundo maior doador dele é José Vidal Boaretto que repassou R$ 10 mil à campanha de Marcos Vinicius.

A campanha de Hélio Laurindo (PP) recebeu até o momento R$ 110 mil. Valor doado pelo próprio candidato, que é empresário. Marcio Pacheco (PPL) registrou até o momento doações no valor de R$ 26 mil. Desse total, seu candidato a vice Juliano Murbach doou R$ 15 mil e Pacheco R$ 6 mil. Outros R$ 5 mil foram doados pelo ex-secretário de Finanças do Município de Cascavel, Ângelo Malta.


Leonaldo Paranhos recebeu até o momento R$ 17 mil em doações. O valor mais elevado foi doado pelo ex-secretário de Obras de Cascavel, Cletírio Feistler, que repassou R$ 15 mil à campanha do candidato do PSC. O empresário Assis Marcos Gurgacz investiu R$ 2 mil na campanha de Paranhos. As doações recebidas pelos candidatos Walter Parcianello (PMDB), Aderbal de Mello (PT) e Professor Ivanildo (Psol) ainda não aparecem nas divulgações do TSE.

As informações são do repórter Luiz Carlos da Cruz publicadas na Gazeta do Paraná

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Em nova condenação, Borelli tem direitos políticos suspensos

Há três semanas das eleições municipais, o ex-prefeito Pedro Borelli, que tenta ser eleito pela terceira vez, é alvo de uma nova condenação por improbidade administrativa e teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos. A suspensão vale após se esgotarem todos os recursos possíveis. Além disso, ele terá que pagar uma multa no valor de R$ 28 mil..

A condenação desta vez ocorre pela contratação de uma téncica de enfermagem sem concurso público. De acordo com os autos, ela prestou serviço ao Município de Cantagalo  no período de janeiro, fevereiro, março, abril, junho, julho, setembro e novembro de 2005, e janeiro e fevereiro de 2006. A denúncia foi formulada pelo Ministério Público.

Na sentença, o juiz Brian Frank afirmou que ficou provado que a servidora foi contratada sem prévio concurso público, contrariando a Constituição Federal e a legislação que trata das contratações temporárias. “Embora os réus tenham defendido a legalidade da contratação, argumentando sobre o critério quantitativo e também a respeito da necessidade em atender temporário e excepcional interesse público, fato é que essa excepcionalidade não se sustenta”, afirmou o magistrado.

Além de Borelli, foi condenada ainda a ex-secretária de Saúde, Sirleide Fátima Mazurana Colela. Ela deverá pagar multa civil no valor de R$ 7,2 mil, equivalente a três vezes o valor da sua remuneração à época dos fatos.


A senteça foi proferida nesta quinta-feira (8) e cabe recursos.

Ex-secretária tem candidatura a vereadora impugnada

Por Luiz Carlos da Cruz

A ex-secretária de Ação Social Neiva Ruth Patene de Oliveira teve sua candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral. A ex-primeira-dama de Cantagalo pretendia concorrer a uma das cadeiras do Legislativo Municipal pela Com Fé em Deus e a Força do Povo.

O pedido de impugnação foi feito pela coligação "Cantagalo vai continuar no caminho e certo" e pelo MPE (Ministério Público Eleitoral). O pedido de impugnação se deu pelo fato de Neiva ter contas desaprovadas pelo TCE (Tribunal de Contas de Estado) por irregularidades enquanto esteve frente à pasta de Ação Social.

O juiz Brian Frank rejeitou o pedido de impugnação feito pela coligação o Cantagalo vai continuar no caminho e certo, mas acolheu o pedido do Ministério Público Eleitoral. O MPE apontou várias irregularidades na gestão de Neiva, na época casada com o então prefeito Pedro Borelli. Entre as irregularidades está a falta de prestação de contas de transferências feitas pelo Programa Voluntariado Paranaense (Provopar). Para o MPE, a rejeição das contas “configuram, em tese, a todos dolosos de improbidade administrativa”.

Por conta dessas desaprovações, Neiva teve seu pedido de registro de candidatura indeferido pelo juiz Brian Frank.


A reportagem não conseguiu contato com a ex-secretária para comentar a decisão judicial. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Ideb tem queda nas escolas de Cantagalo

Por Luiz Carlos da Cruz

O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) que é medido a cada dois anos foi divulgado na tarde desta quinta-feira (8) pelo Ministério da Educação e não trouxe boas notícias para a educação em Cantagalo. Nas escolas estaduais, que são de responsabilidade do governo do Paraná, o índice de 2015 ficou em 4.0, abaixo dos 4.2 de 2013. A meta projetada para era de 4.8. Desde 2009, quando o índice chegou a 5.0, as escolas estaduais sofrem queda no Ideb.

O Colégio Olavo Bilac caiu de 4.2 para 3.9, mas a meta estipulada era de 4.7. O Colégio Estadual do Cavaco conseguiu uma pequena melhora e saiu dos 4.2 para 4.3, mesmo assim bem abaixo da meta projetada que era de 5.2. Já o Colégio Elenir Link o índice ficou em 3.9, mas foi a primeira vez que os alunos foram aliviados. Nas escolas estaduais, são avaliados os 8º e 9º ano.

Nas escolas municipais,  onde são avaliados os 4º e 5º anos, de uma forma geral o índice ficou dentro da meta, mas também houve queda de 5.3 para 5.2. Desde 2013 as escolas municipais já atingiram a meta de 2017, que é de 5.0. Tanto em 2013 quanto em 2015 a Escola Francisco Leal dos Santos manteve o índice de 5.4. Esse é o índice projetado para 2017. Na Escola Castro Alves houve queda de 4.9 para 4.2. Nas demais escolas municipais não constam os índices. Segundo o Ministério da Educação, elas não participaram ou não atenderam os requisitos necessários para ter o desempenho calculado.

O Ideb é um indicador de qualidade dos ensinos fundamental e médio. O índice avalia a qualidade do ensino no país, com base em dados sobre aprovação e desempenho escolar obtidos por meio de avaliações do MEC. Desde a criação do indicador, foram estabelecidas metas que devem ser atingidas a cada dois anos por escolas, prefeituras e governos estaduais.



Tiroteio deixa dois sem-terra mortos em Rio Bonito

A Polícia Civil de Laranjeiras do Sul investiga um duplo assassinato que fez dois sem-terra como vítimas na noite do feriado de 7 de Setembro, em Rio Bonito do Iguaçu. De acordo com o relato de uma das vítimas que conseguiu escapar dos atiradores, mas que acabou ferida, os sem-terra foram atacados por um grupo de aproximadamente 10 pessoas que saiu de um matagal.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 19 horas para atender a ocorrência nas proximidades do acampamento Guajuvira. Além dos dois mortos, duas pessoas ficaram feridas pelos disparos. Uma delas, identificada como Valderi de Lara, 32, conhecido como “Chumbo”, foi atendida no Hospital São José, de Laranjeiras do Sul. Lara apresentava ferimentos superficiais na cabeça, além de hematomas no tórax. Segundo a polícia, contra ele havia um mandado de prisão em aberto.

A outra vítima que ficou ferida é Claudinei de Lara, 22, irmão de Valderi. Ele foi baleado na coxa direita, mas após o atendimento médico foi liberado. Já Valderi ficou hospitalizado e sob escolta policial. Por causa do mandado de prisão em aberto, ele deve ser levado à cadeia pública da 2ª SDP (Subdivisão Policial) após receber alta.


Uma das vítimas que entrou em óbito é irmão dos dois rapazes. Fernando Lara, 40, era líder do acampamento Guajuvira e junto com os dois irmãos retornavam de uma reunião entre lideranças dos acampamentos. Quando chegavam ao acampamento eles foram emboscados pelo grupo. Fernando morreu no local e dentro do carro. A outra vítima, identificada como Emílio Pasquali, 27, foi encontrada fora do automóvel já sem vida. 

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Ficha limpa derruba candidatos a prefeito no Paraná

Pelo menos dez candidatos a prefeito de cidades paranaenses foram impedidos pela Justiça Eleitoral de continuarem a campanha, a maior parte deles acabou enquadrada na Lei da Ficha Limpa. A situação mais grave é no Município de Jardim Alegre, na região norte central do Paraná, onde os três candidatos a prefeito tiveram seus registros indeferidos.

Os candidatos Mauro Oriani (PR) e Natal de Souza André (DEM) foram impugnados por terem contas desaprovadas por órgãos competentes e que não podem mais recorrer. Já o candidato José Roberto Furlan (PPS) teve sua candidatura indeferida após causa do seu vice, Valdir do Tanque (PPS), que foi impugnado. Furlan já arrecadou R$ 28 mil para a campanha.

Foram enquadrados na chamada Lei da Ficha Limpa os candidatos a prefeito Adauto Aparecido Mandu (PHS-Lidianópolis), José Ananias dos Santos (PMDB-Guaratuba), José Salim Naggi Neto (PMDB-Cambará) e Marcos José Consalter de Mello (PPL-Colorado). O candidato João Venceslau, do PMDB de Santo Inácio, além de ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa também foi sentenciado por gasto ilícito de recursos. Outro candidato que teve seu registro indeferido foi Jaderson da Silva (PMN-Santo Inácio).


Em todo o Paraná, 584 candidatos estão inaptos para disputar a eleição do dia 2 de outubro. A maior parte deles – 349 – aparecem como inaptos por renunciarem a disputa após o registro da candidatura. De acordo com dados do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná), até o momento são 228 candidatos a prefeito, vice e vereador que tiveram seus registros indeferidos. Outros três tiveram seus registros cancelados e dois pedidos não foram reconhecidos. Além disso, dois candidatos a vereador morreram após registrarem suas candidaturas.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Polícia Rodoviária intensifica ações e deflagra Operação Independência

O Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) inicia nesta terça-feira (06) a Operação Independência em todo o Paraná com o objetivo de intensificar as ações nas rodovias estaduais durante o feriado prolongado. O lançamento da operação será às 15 horas na sede da 1ª Companhia do batalhão, localizada no Bairro Orleans. As seis companhias da unidade empenharão seus respectivos efetivos na atividade que segue até às 8 horas desta segunda-feira (11).

De acordo com o porta-voz do BPRv, tenente Conrado de Oliveira Nogueira, o batalhão intensificará as atividades nos mais de 12 mil km de rodovias estaduais devido ao aumento no fluxo de pessoas que seguem para o litoral e interior do estado. “Atuaremos, inclusive, com o efetivo administrativo para trazer uma maior sensação de segurança”, explica.

Segundo o oficial da PM, os policiais rodoviários acompanharão o fluxo de veículos e reforçarão a fiscalização em diversos trechos para inibir principalmente a embriaguez ao volante, além de outras atitudes perigosas como a ultrapassagem em local proibido, o excesso de velocidade e outros delitos que podem ocasionar acidentes fatais.

“Nas ações os policiais militares farão testes de etilômetro (bafômetro), bloqueios em locais pré-definidos, atividades rotineiras de verificação de documentação e de infrações de trânsito rodoviário, além de utilizarem radares para o controle de velocidade e efetuaram outras ações preventivas”, diz o tenente Nogueira.

O tenente destaca para quem for pegar a estrada sobre a importância dos cuidados da manutenção do veículo, sendo preciso verificar as condições mecânicas (freios, suspensão e pneus) para evitar problemas. Os motoristas também devem sempre portar os documentos do veículo e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além de estarem em dia com o pagamento de tributos (IPVA, licenciamento e seguro obrigatório). O batalhão orienta ainda que o motorista evite viajar em horários de pico.

As informações são da Agência Estadual de Notícias

sábado, 3 de setembro de 2016

Força tarefa investiga morte de agente penitenciário em Cascavel

Agente foi morto quando se dirigia para Catanduvas (foto: CGN)
Uma força tarefa foi montada no final da tarde desta sexta-feira (2) para investigar a morte do agente penitenciário federal Alex Belarmino Almeida Santos, 36. Ele foi morto pela manhã com pelo menos nove tiros quando trafegava de carro na região do Lago Municipal de Cascavel. O agente, que mora em Brasília, estava no Paraná desde domingo (28) e foi morto quando se dirigia para a Penitenciária Federal de Cantaduvas em um carro descaracterizado do Depen (Departamento Penitenciário Nacional).

A força tarefa envolve mais de 50 policiais federais, civis, agentes penitenciários, além da Polícia Rodoviária Federal. O delegado da Polícia Federal (PF), Jullian Sonego, diz que todas as hipóteses estão sendo investigadas para a execução. Ele não descarta a possibilidade de o crime estar ligado ao trabalho do agente.

No início da tarde, um carro incendiado foi encontrado em uma estrada rural no distrito de Jotaesse, em Tupãssi. A polícia suspeita que seja o mesmo veículo usado pelos criminosos já que se trata de um carro do mesmo modelo e cor do carro usado durante o homicídio. O que chamou a atenção é que o carro estava sem as placas.

O delegado afirmou ainda que o agente estava em missão em Cascavel. Ele ministrava um curso de tiros para agentes que atuam na Penitenciária Federal de Catanduvas. Essa missão já estava em sua fase final e, para a polícia, a morte não está ligada à presença dele na cidade.

O Depen divulgou uma nota de pesar sobre a morte do agente e afirmou que todos os esforços estão sendo centrados para elucidar rapidamente o crime. “Todas as hipóteses serão levadas em consideração”, afirma a nota.

O agente era casado e deixa, além da esposa, duas filhas de nove e seis anos. O corpo dele foi levado para Brasília em um avião da Polícia Federal na manhã deste sábado (3)