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| Ator Edson Celulari tem 58 anos |
"Reuni
minhas forças, meus santos, um punhado de coragem... coloquei tudo numa sacola
e estou indo cuidar de um linfoma não-Hodgkin. Foi um ussto, mas estou bem e ao
lado de pessoas amadas", afirmou.
"A
equipe médica é competente e experiente. Estou confiante e pensando positivo.
Com determinação e fé, sairei deste tratamento ainda mais forte. Todo carinho
será bem-vindo."
O
linfoma não-Hodgkin
Há
mais de 20 tipos de diferentes de linfomas não-Hodgkin, doença que já atingiu
por exemplo a presidente afastada Dilma Rousseff, o ator Reynaldo Gianecchini e
o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão.
O
Instituto Nacional de Câncer (Inca) lista os seguintes sintomas do linfoma
não-Hodgkin: aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha; sudorese
noturna excessiva; febre; prurido (coceira na pele); e perda de peso
inexplicada.
Na
maioria dos casos, o tratamento é feito com quimioterapia, radioterapia ou
ambos.
De
acordo com o Inca, o Brasil deve registrar 10.240 casos de linfoma não-Hodgkin
em 2016, com incidência maior em homens do que em mulheres.
Na
maioria das vezes, os linfomas não têm causa específica que contribua para o
seu surgimento, como é o caso, por exemplo, do câncer de pulmão, que tem no
fumo um agente catalisador.
Linfoma
Hodgkin x não-Hodgkin
Estima-se
que os linfomas representem a nona ou a décima causa mais comum de câncer no
Brasil, variando de acordo com a região do país. Os linfomas são divididos em
dois grandes subtipos: os Hodgkin e os não-Hodgkin, porque possuem células com
características diferentes.
Os
não-Hodgkin são mais comuns, acometendo cerca de 80% dos pacientes. Os Hogdkin
atingem apenas 20% do total de pessoas que têm linfoma e costuma ser mais
frequente nos dois extremos da vida, principalmente pacientes jovens e os mais
velhos.
As
informações são do portal G1

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