sábado, 1 de outubro de 2016

“Um grande inimigo do casamento é a idelogia de gênero”, diz papa Francisco

O papa afirmou neste sábado (1) que existe uma "guerra mundial para destruir o casamento" e citou entre as ameaças a "ideologia de gênero", durante o encontro que manteve com seminaristas, religiosos e fiéis católicos na igreja da Imaculada em Tbilisi.

Em seu segundo e último dia de visita à Geórgia, Francisco se reuniu com cerca 300 consagrados e fiéis católicos nesta Igreja Católica na capital e escutou alguns testemunhos, entre eles o de uma mulher casada que lhe contou sobre as dificuldades das famílias.

"Existe uma guerra mundial para destruir o casamento. Mas não com as armas, com a ideias, há colonizações ideológicas que destroem", disse.

"Um grande inimigo do casamento é a ideologia de gênero".

No discurso improvisado de cerca de meia hora, Francisco afirmou que "o casamento é o mais belo que Deus criou".

E lamentou como perante "as dificuldades, incompreensões, tentações, tudo se resolve pelo caminho do divórcio".

Francisco afirmou que nos divórcios não só "sofrem" os cônjuges, pois "também sofrem Deus e as crianças".

"Não sabem quanto sofrem as crianças pequenas quando veem as brigas e as separações dos pais. É preciso fazer de tudo para salvar o casamento", acrescentou.

Além disso, Francisco também falou sobre o papel das mulheres na sociedade e destacou a importância das mães e as avós para transmitir a fé católica.

Por fim, o papa também falou sobre os idosos e doentes. "Deus nunca os abandona, sempre está por perto, escutem ele, ele vos dará a força nos momentos de dificuldade".


"Vocês são os prediletos de Jesus, que quis se identificar com as pessoas que sofrem, sofrendo ele mesmo em sua paixão".

As informações são do portal UOL

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Toque de recolher em Cantagalo repercute em todo o Brasil

A decisão do juiz eleitoral Brian Frank de decretar toque de recolher após a morte de Imílio Gervásio, coordenador da campanha a prefeito de Jair Rocha (PR) teve repercussão na grande mídia do Brasil. Vários veículos de comunicação entraram em contato com o portal Canta Galo News para solicitar informações.

A Folha de S. Paulo, principal jornal país, entrevistou o delegado Igor Rabel Corso, Jair Rocha e o juiz Brian Frank. Ao jornal paulista, o magistrado disse que a medida é “drástica”, mas que se trata de uma “ação preventiva”.

O primeiro grande jornal a noticiar o fato foi a Gazeta do Povo, o maior do Paraná. O texto foi produzido pelo editor do Canta Galo News, jornalista Luiz Carlos da Cruz, que é correspondente do jornal curitibano na região.


O G1, o portal de notícias da TV Globo,também noticiou o caso utilizando as informações produzidas pela equipe de jornalismo da RPC TV. O site Massa News também entrou em contato com o blog para pedir informações. Até o Valor Econômico, maior jornal de negócios do país trouxe uma nota sobre o caso. 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Juiz eleitoral decreta toque de recolher em Cantagalo, Virmond e Goioxim

O juiz eleitoral Brian Frank decretou toque de recolher nos três municípios que compõem a Comarca de Cantagalo. A medida extrema foi tomada após a morte de Emílio Gervásio, coordenador da campanha do candidato a prefeito Jair Rocha (PR), no final da tarde desta quinta-feira (29). O toque de recolher deve acontecer das 22h até as 5h entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro e, além de Cantagalo, se estende aos municípios de Virmond e Goioxim.

Além de citar o assassinato de Gervásio, o juiz considerou ainda que os municípios possuem baixo efetivo policial e lembrou que os ânimos estão acirrados em função das eleições. Ele também citou a “necessidade de direito da garantia fundamental a vida e segurança de todos os municípes”.


Quem desobedecer a ordem judicial estará sujeito a prisão em flagrante. Todos os estabelecimentos comerciais que vendem bebidas alcoólicas deverão estar fechados e se houver desobediência os proprietários pagarão multa de R$ 5 mil e poderão responder judicialmente. 

A polícia irá fiscalizar e abordar todos os veículos que estiverem circulando durante o horário determinado para o toque de recolher. Além de prisão em flagrante, os infratores poderão ter seus carros apreendidos. 

Coordenador de campanha é morto a tiros em Cantagalo

A polícia investiga a morte de Emílio Gervásio, coordenador da campanha do candidato a prefeito Jair Rocha (PR), em Cantagalo, Centro-Sul do Paraná. O crime aconteceu no final da tarde desta quinta-feira (29) próximo ao comitê de campanha. Gervásio foi morto a tiros.

A Polícia Militar informou que ainda não tem detalhes do crime. Até as 19 horas o corpo permanecia no local e seria levado ao IML (Instituto Médico Legal) de Guarapuava. A polícia ainda não sabe se a morte tem conotação política ou outra motivação.

O candidato Jair Rocha confirmou que Gervásio era coordenador da sua campanha e foi morto no momento em que estava trabalhando na organização da campanha. “Não tive nenhuma informação concreta sobre o assunto”, disse ele sobre a morte do cabo eleitoral.

As informações são do jornal Gazeta do Povo



domingo, 11 de setembro de 2016

Justiça eleitoral libera a candidatura de Everson Konjunski


Everson Konjunski é candidato pelo PSDB
Em sentença proferida neste sábado, o juiz eleitoral Brian Frank, deferiu o pedido de candidatura à reeleição de Everson Konjunski (PSDB) e a do seu vice, Jurandir José Maria, o Tio Jora.

O candidato Jair Rocha (PR), havia tentado impugnar a candidatura de Everson, alegando que ele a ata da convenção partidária teria sido entregue à Justiça Eleitoral depois das 24 horas exigidas legalmente.

A Justiça Eleitoral rejeitou o pedido de impugnação e confirmou a chapa Everson/Jora. Com isso, todas as candidaturas a prefeito estão aptas a disputar as eleições, com exceção a de Flademir Borelli que ainda será julgada. Flademir foi anunciado neste domingo (11) como substituto de Pedro Borelli, que teve sua candidatura impugnada pela Justiça.



Justiça impede Borelli de continuar na disputa eleitoral

Borelli não é mais candidato
O ex-prefeito de Cantagalo Pedro Borelli, não poderá disputar as eleições deste ano por determinação judicial. O juiz eleitoral Brian Frank impugnou a candidatura de Borelli, mas deferiu a de seu vice, Rocha Ribas. Ele havia pedido o registro de candidatura pelo PSB com aliança do PTB, PTN, PPS e PMN que juntos formavam a coligação “Com Fé em Deus e a força do povo”.

Borelli teve a candidatura cassada por estar com os direitos políticos suspensos por ato de improbidade administrativa. Ele não poderá nem votar nas eleições de 2 de outubro.

Borelli poderia ainda recorrer da sentença, mas em reunião da coligação optou-se em substituí-lo por Flademir Borelli, filiado ao PPS. Agora, o número do novo candidato passa a ser o 23. Rocha Ribas será o candidato a vice na chapa de Flademir.

Por volta das 22 horas deste domingo, o filho do candidato impugnado, Thiarles Borelli, postou uma mensagem em uma rede social afirmando que foi perdida uma causa, mas não a guerra. Na mensagem ele cita que Flademir será o substituto de Pedro Borelli.


No texto, Thiarles aproveitou para fazer a defesa de seu pai. “Que tal injustiça sirva de incentivo pra você lutar ainda mais pelo direito de resgatar a dignidade do povo mais carente do nosso Cantagalo. Pedro Borelli foi condenado pelos dias que você pai de família carente trabalhou e ganhou dignamente teu dinheiro para levar o pão para teu lar”, afirmou. 

Em Cascavel vereadores tentam reeleição com dinheiro de assessores

Sem dinheiro de empresas na campanha eleitoral, os candidatos neste ano precisam se aproximar de pessoas físicas para arrecadar dinheiro para bancar os gastos para tentar uma vaga no Legislativo de Cascavel. A grande maioria dos atuais vereadores concorre à reeleição e muitos deles encontraram nos assessores um amparo financeiro para dar sequência à campanha eleitoral. Assessores que trabalham em gabinetes de vários parlamentares ou ocupam funções gratificadas no Legislativo estão dando um empurrãozinho financeiro na campanha dos chefes.

Quem mais atraiu servidores para a campanha foi o presidente licenciado da Câmara, Gugu Bueno (PR), que conseguiu apoio financeiro de pelo menos 17 servidores do Legislativo e da prefeitura. No total, ele já arrecadou R$ 24,5 mil. A maior doação para a campanha dele foi feita pelo gerente de gestão financeira, José Onésimo Franco, que doou R$ 1,5 mil. Vários servidores que ocupam cargos em comissão fizeram doações ao candidato. O procurador jurídico Luciano Braga Côrtes, por exemplo, doou R$ 500, porém, a esposa e a filha dele fizeram doação no mesmo valor. Além dos vários servidores, o presidente do Legislativo Luiz Frare, doou R$ 500. Frare não é candidato à reeleição.

O chefe de gabinete do vereador Paulo Porto (PCdoB), Madson de Oliveira, que tem salário líquido de aproximadamente R$ 5 mil, decidiu doar R$ 4 mil para a campanha do chefe que recebeu ainda R$ 500 de outro assessor, Claudemir Aparecido de Oliveira. Porto já conseguiu arrecadar R$ 11.650.

Jaime Vasatta (PTN), também apelou aos servidores públicos para arrecadar recursos à sua campanha eleitoral. Felipe Tibola, assessor jurídico da presidência do Legislativo, que tem salário líquido de R$ 6.369 mil, doou R$ 5 mil para Vasata. Foi a maior doação recebida pelo candidato à reeleição que já arrecadou R$ 21,1 mil. Outros servidores que doaram a sua campanha foram Glaci Vasatta, assistente social na prefeitura, e Luciano Marca, ouvidor parlamentar.

Até o vereador Jeovane José Machado, o “Ganso Sem Limites” (PSD), resolveu pedir uma ajudinha básica aos assessores. Os assessores Mariza Senderski e Daniel de Matos, que trabalham no gabinete do vereador, doaram R$ 600 cada um. A maior doação, no entanto, veio do chefe de serviços operacionais do Legislativo, Ivan Moura, que investiu R$ 750 na campanha de Ganso Sem Limites. Ele também obteve doação de um servidor público que trabalha na Secretaria de Ação Social.

O vereador João Paulo de Lima (PSD) teve R$ 1.064 doados pelo seu assessor Nilton Carlos Rodrigues. Alguns vereadores até o momento investiram recursos próprios. Quem mais investiu na própria campanha foi o professor Paulino Pereira da Luz (PT), que desembolsou R$ 8 mil. O segundo lugar em recursos próprios está com Rui Capelão (PPS), que fez uma doação a ele mesmo no valor de R$ 6 mil. Também investiram em suas próprias campanhas os vereadores Robertinho Magalhães (R$ 1,5 mil), Nei Hamilton Haveroth (R$ 2.250), Romulo Quintino (R$ 1 mil), Vanderlei do Conselho (R$ 2 mil) e Valmir Severginini (R$ 1 mil).

O vereador Aldonir Cabral (PDT) recebeu R$ 165 da campanha majoritária do professor Marcos Vinicius. Fernando Winter (PSC) teve transferidos R$ 123,00 (e não R$ 123 mil como informado anteriormente) da campanha de Leonaldo Paranhos. Winter também investiu na própria campanha doando R$ 2.6 mil. Já o vereador Jorge Bocasanta (PMB), arrecadou R$ 2,6 mil até o momento. O dinheiro foi doado pela esposa dele.

Ainda não estão disponíveis no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) as doações recebidas pelos vereadores Celso Dal Molin (PR), Marcos Rios (SD) e Pedro Martendal (PV).

Cabe salientar que todas as doações feitas pelos servidores são legais e estão registradas no TSE. Por ser a primeira vez que empresas estão impedidas de fazerem doações, a Justiça Eleitoral está de olho nas doações em todo o Brasil para evitar que pessoas emprestem seus nomes como doadoras de campanha. Com base em dados do TCU (Tribunal de Contas da União), o TSE já identificou mais de 21 mil doadores sem capacidade econômica para fazer as doações. Entre eles, os doadores, estão 4.630 mil beneficiários do Bolsa-Família que juntos doaram R$ 4 milhões.

Em Cascavel, cada vereador poderá gastar até R$ 87.947,50 com a campanha eleitoral. Esse teto foi estabelecido pelo TSE. Os partidos são obrigados a informar à Justiça Eleitoral, em até 72 horas, as doações recebidas.

Prefeitos

Cada candidato a prefeito em Cascavel poderá gastar até R$1.337.587,72 no primeiro turno. Até agora, quem mais arrecadou foi o candidato Marcos Vinicius (PSB), que já obteve R$150.267,08. Desse total, 140 mil foram doações feitas pelo próprio candidato, o que corresponde a 93% do total. O segundo maior doador dele é José Vidal Boaretto que repassou R$ 10 mil à campanha de Marcos Vinicius.

A campanha de Hélio Laurindo (PP) recebeu até o momento R$ 110 mil. Valor doado pelo próprio candidato, que é empresário. Marcio Pacheco (PPL) registrou até o momento doações no valor de R$ 26 mil. Desse total, seu candidato a vice Juliano Murbach doou R$ 15 mil e Pacheco R$ 6 mil. Outros R$ 5 mil foram doados pelo ex-secretário de Finanças do Município de Cascavel, Ângelo Malta.


Leonaldo Paranhos recebeu até o momento R$ 17 mil em doações. O valor mais elevado foi doado pelo ex-secretário de Obras de Cascavel, Cletírio Feistler, que repassou R$ 15 mil à campanha do candidato do PSC. O empresário Assis Marcos Gurgacz investiu R$ 2 mil na campanha de Paranhos. As doações recebidas pelos candidatos Walter Parcianello (PMDB), Aderbal de Mello (PT) e Professor Ivanildo (Psol) ainda não aparecem nas divulgações do TSE.

As informações são do repórter Luiz Carlos da Cruz publicadas na Gazeta do Paraná