quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Bando armado assalta banco e faz reféns em Palmital

Pelo menos 20 homens fortemente armados, inclusive com fuzis, assaltaram na manhã desta quinta-feira a agência do Bradesco, em Palmital, Centro-Sul do Paraná. De acordo com informações da Polícia Civil, os bandidos fugiram da cidade há pouco e levaram pelo menos dois reféns.
Policiais militares de toda a região estão se deslocando para fazer um cerco na tentativa de capturar os marginais. Segundo a polícia eles fugiram em direção à cidade de Pitanga.


Mais informações em breve

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Laranjeiras do Sul registra primeiro caso de zika vírus

O novo boletim da dengue divulgado no final da tarde desta quarta-feira (23) apontou que Laranjeiras do Sul registrou o primeiro caso de zika víurs. Os detalhes devem ser divulgados em uma coletiva de imprensa convocada pela Secretaria Municipal de Saúde. Informações extra-oficiais dão conta de que o paciente é um bebê de apenas cinco meses. A criança não corre risco de morte e está sendo acompanhada por equipes de saúde.

O boletim mostra ainda que em todo o Paraná foram registrados somente na última semana 36 novos casos de zika vírus. Já são No total, o Estado já confirmou 84 casos do vírus desde agosto de 2015, sendo 32 casos autóctones, 38 importados e 14 em investigação para determinar a origem.

Dos casos de zika, oito são em gestantes residentes em Colorado (5), Foz do Iguaçu (1), Rancho Alegre (1) e Santa Helena (1). Além das gestantes, um bebê recém-nascido de uma paciente que teve zika em Colorado também está sendo acompanhado pelas equipes de saúde.
“A partir do momento da confirmação da doença, essa gestação já é classificada como alto risco e a gestante tem à disposição acompanhamento especializado pela Rede Mãe Paranaense”, explica a assessora da Rede Mãe Paranaense, Débora Bilovus.

Nesta semana, o novo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde mostra um aumento de 33% no número de casos de dengue no Estado. “Com o crescimento progressivo de casos, estamos intensificando cada vez mais o trabalho de monitoramento e gerenciamento das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti em todo o Paraná”, explica Cleide.

O número de casos de dengue confirmados no Paraná passou de 5.541 para 7.360 neste período epidemiológico, desde agosto de 2015. O total de municípios em epidemia também aumentou de 15 para 16. Para o cálculo, é levado em conta o número de casos de dengue registrados na cidade. Quando há mais de 300 casos para cada 100 mil habitantes é considerada situação de epidemia.

O número de mortes por dengue no Paraná subiu para 11 – nove em Paranaguá, uma em Curitiba e uma em Foz do Iguaçu. A Secretaria Estadual da Saúde ainda investiga outros 11 óbitos no Paraná, em Paranaguá (9), Sarandi (1) e Cascavel (1)

Cantagalo

Cantagalo registrou até o momento dois casos de dengue, ambos importados.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Ponciano Abreu é condenado a 14 anos de prisão

Júri aconteceu no Fórum de Ponta Grossa
O ex-vereador de Cantagalo,  Ponciano Abreu, foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado em julgamento ocorrido em Ponta Grossa. O júri encerrou às 20h de ontem (16) e, em seguida, ele foi preso.

Abreu foi condenado pela morte de Valdecir Kowalski, em março de 2009, em Cantagalo. Os jurados consideraram que ele dirigiu o carro que perseguiu a vítima. No entanto, o advogado de defesa, Elcio Melhem Filho, afirmou que já recorreu da decisão e pediu a anulação do julgamento.

“Das mais de 40 testemunhas, eles levaram em conta o depoimento de uma testemunha que ouviu dizer que era ele quem estava dirigindo”, alega o advogado. Logo após o júri, a Justiça decretou a prisão de Abreu.

O réu foi vereador entre os anos de 2001 e 2008 e presidente da Câmara de 2007 a 2008. Ele ficou 72 dias presos, mas estava respondendo em liberdade. O júri foi transferido para Ponta Grossa porque o Judiciário considerou que Abreu era influente em Cantagalo, e os jurados poderiam ser influenciados.

As informações são do Diário dos Campos


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Cantagalo vai ganhar duas academias ao ar livre

Prefeito Everson Konjunski vistoria as obras (Foto:Divulgação)
As academias ao ar livre implantadas em várias cidades do Brasil têm contribuído para uma vida saudável das pessoas. Praticar os exercícios físicos em Cantagalo logo será uma realidade. É que a prefeitura está implantando duas academias ao ar livre, uma na Praça da Igreja Imaculada Conceição e outro na Avenida Presidente Vargas, esquina com Alzira Pinto, na Vila Dariana.

Outras academias estão previstas e serão instaladas na cidade. As academias são dotadas de aparelhos alongadores, simulador de cavalgada, rotação dupla, esqui, surf, pressão de pernas e rotação vertical, permitindo uma variação de mais de 20 movimentos diferentes. Os aparelhos são indicados para todas as pessoas, pois trabalham a musculatura com o uso do próprio peso do corpo.


Adolescente morre afogado no interior de Cantagalo

Um adolescente de 15 anos morreu afogado em um rio no interior de Cantagalo na tarde de ontem (14). O Corpo de Bombeiros foi acionado às 16h10 para retirar o corpo do menor da água, na localidade de Campo Alto.

Segundo informações da PM de Cantagalo, o local onde o menor se afogou era um poço profundo. Quando o menor afundou e não retornou mais à tona, outros adolescentes que estavam com ele acionaram a polícia.

O corpo de J.C. de O. foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Guarapuava.

Informações são do site Rede Sul de Notícias.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Aedes aegypti já se tornou mosquito doméstico, alerta epidemiologista

Da Agência Brasil

Há cerca de 50 anos, o Aedes aegypti iniciava um processo de transição de mosquito selvagem para urbano. Originário do Egito, o mosquito se dispersou pelo mundo a partir da África: primeiro para as Américas e, em seguida, para a Ásia.

s teorias mais aceitas indicam que o Aedes tenha se disseminado para o continente americano por meio de embarcações que aportaram no Brasil para o tráfico de negros escravizados. Registros apontam a presença do vetor em Curitiba, no final do século 19, e em Niterói (RJ), no início do século 20.

Ao chegar às cidades, o Aedes passou a ser o responsável por surtos de febre amarela e dengue. A partir de meados dos anos 1990, com a classificação da dengue como doença endêmica, passou a estar em evidência todos os anos, principalmente no verão, época mais favorável à reprodução do mosquito.

A infecção se dá pela fêmea, que suga sangue para produzir ovos. Uma vez infectado, o mosquito transmite o vírus por meio de novas picadas. Atualmente, o inseto transmite, pelo mesmo processo, febre chikungunya e zika.

Em entrevista à Agência Brasil, o epidemiologista e secretário-geral da Sociedade Brasileira de Dengue e Arbovirose, Luciano Pamplona, disse que o Aedes aegypti já pode ser considerado um mosquito doméstico. “Ele é praticamente um bichinho de estimação”, disse Pamplona, que também é professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Dados do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), do Ministério da Saúde, apontam que, no Nordeste, o principal tipo de criadouro do mosquito são tonéis e caixas d’água. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, o depósito domiciliar, categoria em que se enquadram vasos de plantas e garrafas, predomina como criadouro do vetor. No Norte e no Sul, a maior parte dos criadouros do mosquito está no lixo.

Confira abaixo a entrevista com o especialista:

Agência Brasil: O Aedes aegypti se adaptou ao longo dos anos?
Luciano Pamplona: Com certeza. Registros de 40 ou 50 anos atrás indicam que, naquela época, ele estava se tornando um mosquito urbano. Essa transição aconteceu de forma bastante acelerada. Hoje, ele é um mosquito doméstico, totalmente adaptado aos nossos hábitos domiciliares. A principal prova disso é o mapa com os principais criadouros do país. Em torno de 80% a 90% dos focos do vetor estão dentro das casas das pessoas.

Agência Brasil: O Aedes já se reproduz em água suja e não mais apenas em água limpa?
Pamplona: O que é água limpa pra você? Para o mosquito, é apenas uma água que não tem matéria orgânica em decomposição e que não está turva. Isso basta. Em uma fossa, por exemplo, quando o sedimento desce, a água se torna limpa para ele. Por isso, a definição de água limpa para o mosquito é muito relativa. E mais: se não houver um recipiente com água limpa, ele procura a menos limpa, até chegar ao esgoto. Tudo pode se transformar em foco.

Agência Brasil: Qual o ambiente considerado ideal pelo Aedes para se reproduzir?
Pamplona: Muita gente acha que a fêmea do mosquito coloca o ovo na água, mas, na verdade, ela coloca na parede dos depósitos. Ela precisa que o recipiente tenha paredes. Por isso, não pode colocar ovos em rios, por exemplo. O fato de a água estar parada ou não influencia pouco. Mas a fêmea tem sim preferência por água parada, locais mais escuros, paredes porosas que fixem melhor os ovos e pouco movimento. São esses os depósitos predominantes para o mosquito.

Agência Brasil: É verdade que o Aedes já consegue chegar a alturas mais elevadas?
Pamplona: Quem mora em apartamento chega em casa de que forma? Pelo elevador. E o mosquito faz isso da mesma maneira que nós. Na prática, o fato de não voar grandes altitudes não impossibilita que ele chegue até locais mais altos. Como nós, ele também sobe de elevador, anda de carro, viaja de avião. O mosquito se locomove utilizando os mesmos mecanismos que a gente. Onde a gente vai, ele vai atrás.

Agência Brasil: O Aedes é capaz de espalhar o vírus Zika de forma mais rápida que a já conhecida dengue?

Pamplona: Vivemos um momento de muita especulação. Sabe-se pouca coisa sobre o Zika. É uma doença que de pouquíssima gravidade e que, em 80% dos casos, não causa nenhum sintoma. As três pessoas que morreram por Zika podem ter fatores associados e que provavelmente contribuíram para o óbito. No caso da dengue, temos mais de 800 pessoas morrendo por ano no Brasil. O fato é que ainda temos muito mais perguntas que respostas. Creio que vamos demorar um bom tempo estudando o vírus Zika.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Obras da nova creche estão aceleradas

Obra tem investimento de R$ 1,9 milhão (Foto: Assessoria)
As obras do CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) que está sendo construído no bairro Maria Augusta , segue em ritmo acelerado. Com mais de 1.500 metros quadrados, a chrece terá capacidade para atender mais de 180 crianças. Nesta semana, o prefeito Everson Konjunski vistoriou as obras ao lado do engenheiro Clyseverton Marcolina.


A creche terá 11 salas para atender crianças desde o maternal até a pré-escola. Com investimentos de R$1,9 milhão, a construção vai beneficiar crianças de vários bairros da cidade.